Kahlan Amnell

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Mensagem por Willian Lefevre Rosseau em Seg Nov 10, 2014 11:55 am

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Willian L. Rosseau

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ADAPTAÇÃO 01 - A Guardiã de Avalon, adaptada para a Fantasia Medieval de Tolkien. ♡

Mensagem por Kahlan Amnell em Seg Nov 10, 2014 4:34 pm



"Insulis Avallonis"


“Numa época que não é uma época, num lugar que não é um lugar…”
(Pat Mills)


T raduz-se por Ilha das Maçãs, num claro simbolismo paradisíaco, pois em antigas culturas, essas frutas representavam a imortalidade. Situava-se no Oceano Ocidental entre a Terra-média e as Terras Imortais Cercada de mistérios, é por muitos considerada apenas mais uma lenda cantada pelos bardos da Terceira Era. Inclusive a bruma que costuma cobrir a região que este músicos chamam de "A Dama Branca", evoca a névoa da mística de Avalon.


E
ra conhecida também por "Reino de Verão", foi fundada por um último remanescente da antiga chamada "Anadûne", "Andor", "Elenna", "Terra da Estrela", Númenór (Númenórë na forma plena do Quenya)que significa "Ponente" ou ainda "Terra Ocidental", que foi fundada em 32 S.E. e foi destruída, fruto da corrupção de seu povo, em 3319 S.E, tendo existido por 3287 anos. A história da Queda de Númenor é contada em o Akallabêth. No mesmo local, após restaurar o que restou da Ilha, Tielsin passou a chamá-la como uma terra na qual as coisas poderiam ser diferentes para todos os homens e mulheres. Segundo lendas datadas da Segunda Era do Sol, assim nasceu Avalon, também chamada Ilha dos Afortunados, que e é mundo feminino onde hoje reina Morgana, também chamada de Fada das Brumas, após o desaparecimento de seu mestre Tielsin, conhecido pelos humanos como Merlin. Um reino direfente dos demais pela importância do feminino na liderança de questões políticas e religiosas.






Apenas 9 barcos sobreviveram por ocasião da Queda de Númenor, seus tripulantes eram compostos pelos Elendili, ou Fiéis, cujo senhor era Elendil, O Alto, que junto com seus filhos Isildur e Anárion, fundou os reinos númenorianos no exílio na Terra Média: um mais ao sul, chamado Gondor e outro na porção setentrional, chamado Arnor. Os exilados de Númenor, passaram então a se denominar Dúnedain (Dúnadan no singular) cuja tradução é Edain do Oeste. Tielsin e suas seguidoras foram os únicos a permanecer nos destroços de Númenor e jurou trazer de volta a vida daquela dádiva dos Valar, para recompensá-los pela participação dos Edain nas guerras contra Morgoth e para aplacar as perdas que tiveram.


 

Essa terra renasceu com o nome de "Insulis Avallonis" justamente por sua idéia de paraíso ser o lar onde cresceu e viveu durante toda sua existência. Suas seguidoras se tornaram líderes dessa nova Era que começava para os poucos Dúnedain que restaram a seguir os passos de Tielsin. Para proteger a ilha, que outrora foi uma colina de aproximadamente 176 metros de altura, Tielsin fez com que o oceano invadisse a terra, transformando-a de fato em uma ilha, isolando-a do continente. Além disso, criou a densa neblina para afastar quaisquer intrusos que ousassem navegar naquelas águas em direção à sua preciosa Avalon e tornou a neblina impenetrável, de forma que apenas um Dúnadan nascido ali seria capaz de dissipar a névoa e navegar até a ilha. Os demais se perderiam na mesma durante tempo sufiente para que findassem suas provisões e eles precisassem recuar ou morrer sobre as águas misteriosas.


Porém aqueles cuja chegada já era esperada, podiam contar com o Barqueiro de Avalon, capaz de navegar sob a densa neblina e aportar na ilha, sob única cobrança de duas moedas de ouro por tripulante. Ele é o único que pode conduzir uma pessoa pela neblina de Avalon e só transporta aqueles cuja visita os moradores da ilha já aguardavam. À princípio muitos visitantes, curiosos e invasores se aproximavam, mas impossibilitados de entrar, foram aos poucos esquecendo-se da ilha, que ficou perdida nas lembranças de alguns poucos Dúnedain viventes em outras terras, mas nem mesmo estes são recebidos por Talielsin, pois a ruína de seu povo foi escrita pela cobiça dos próprios conterrâneos.

Hoje apenas algumas canções antigas referem-se à Ilha das Maçãs, mas como um Éden perdido, um ideal de paraíso, considerado inexistente. Com o tempo as lendas sobre os Dúnedain foram aos poucos esquecidas e ficaram reclusas a bibliotecas antigas, como um conhecimento sem tanta importância frente a tantas mudanças que a Terra Média sofria no início da Terceira Era.




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