VINCENT L. DRAGUNOV

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VINCENT L. DRAGUNOV

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:16 am

PERSONAGEM:

Banco de dados criado para armazenar as fichas e turnos que forem enviados no outro fórum por motivo de controle pessoal. Cada ficha respondida e cada turno exigem muito tempo para serem elaborados, então não gosto da ideia de enviar e simplesmente descartar essas produções. Especialmente por se tratar de uma plataforma até então inédita pra mim, quero manter um controle bom de tudo que tenho feito para não me perder durante a narrativa. A criação de cada personagem exige muito tempo de estudo e dedicação, então utilizarei esse tópico de tramas para postar dados de todos os meus personagens que puderem contribuir para informar outros jogadores que desejarem trocar turnos comigo. Eheh.
Pois é, quem diria? Agora até no mundinho de Harry Potter que eu desprezava estou jogando. Ahahah! O mundo dá voltas... isso mostra que embora não goste dos livros e menos ainda dos filmes, basta a plataforma ter algo de interessante para ser explorado que uma trama pode ser desenvolvida.  


SPETSNAZ
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Vincent Dragunov



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Ficha do personagem
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FICHA DE AUROR

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:16 am

Nome em ON (completo): Vincent Liyundegwyr Dragunov
Idade: 45 anos
Cidade onde Reside: atualmente reside em Londres à trabalho
Varinha (descrição completa): feita de ébano, com cerne de corda de coração de dragão, 30 centímetros, rígida e de diâmetro mediano.
Sangue: Puro
Casa:Durmstrang - Haus Land


Questionário (ON):

1 – Porque resolveu seguir a carreira de auror? Qual é seu objetivo?
Sempre preferi a linha investigativa e um pouco mais voltada para ação nos jogos de RPG, então pretendo explorar mais esse lado do personagem durante a trama principal e em secundárias. E sim, ele é Haus Land, foi durante toda sua graduação em Durmstrang diretamente ligado ao ideal da casa. Lá ele começou a se interessar pelo cargo, porque seu senso de justiça sempre o inclinou para esse caminho. Vincent é fissurado pela verdade em todos os sentidos em sua vida e via no cargo de Auror a chance de proteger a família. Não pretendo fazer um personagem convencional, não faço o tipo de personagem heróico, ele tem um senso de justiça próprio que não abre mão por nada, carregando em sua personalidade valores que norteiam cada um de seus passos, independente de quem estiver em sua companhia.

2 – Conhece os feitiços? Sabe as regras de duelos? (cite quatro regras para mostrar seu conhecimento).
Não conheço todos, só os mais famosos, como o Avada Kedavra mesmo e o Expelliarmus citados abaixo. O Episkey, que é básico pra quem pretende entrar em um duelo. O famoso Estupefaça e Expecto Patronum, Horcruxes, Protego, Colloportus, Glacius, Icarcerous,  Sectumsempra, Obliviate,  Crucio, Escudo, Fidelis, etc etc etc.
Agora sobre as regras de duelos, confesso que fiquei um pouco confuso. Refere-se a regras oficiais do livro, ou do fórum? Se for do livro eu realmente não conheço, porque nunca li nenhum livro, não me identifiquei com a trama e por isso não gostei e não terminei nem o primeiro. Se for referente às regras do Fórum, no link não constam as regras: http://www.hogwarts.com.br/t2727-regras-para-duelos e como não cheguei a jogar quando me inscrevi, acabei não conseguindo me informar antes sobre essa parte. Com isso, cito 4 regras que comumente regem esse tipo de RPG:

Existem três tipos de duelos:

1º - Consentido: Ocorre quando os envolvidos combinam duelar, normalmente como forma de treinar juntos e a narrativa rola hamoniosamente sem a preocupação de quem ganha ou perde. Com bom senso, os jogadores atacam, esquivam e reagem sem a necessidade de um juiz, por exemplo. Qualidade de postagem e ação valem muito nesse tipo de duelo e podem contar pontos para o aprimoramento de um ou outro feitiço, ou de habilidades relacionadas a duelos, gerando experiência para ambos os lados.

2º - Supervisionado: Só ocorre sob supervisão de um responsável pelo duelo, que pode ser um professor, diretor, administrador ou alguém que os duelistas escolham como juiz. Nesse caso, o juiz atua como narrador, ditando o resultado da ação de um jogador sobre o outro e a reação deste, determinando se o ataque ou feitiço acerta ou não, se ele consegue se esquivar ou bloquear o ataque, etc. Nesse tipo de duelo  o responsável proporciona a segurança de que um adversário não vá matar o outro, ou usar alguma madição proibida. Vale ressaltar que é importante haver uma neutralidade do supervisor com relação a ambos, para evitar injustiças. A qualidade de ações e riqueza de detalhes nas postagens são importantes para o supervisor avaliar sua postagem, determinando de forma descritiva a precisão do ataque, a dedicação do adversário a cada movimento próprio e a atenção aos movimentos do adversário, o domínio de um feitiço, a experiência em combate, etc. Tudo pode ser levado em conta na avaliação.

3º - Conflituoso: Nesse caso há um interesse real em lutar por vitória, cada um defendendo os próprios interesses. Pode acontecer de forma consentida, ou seja, o duelo pode ser anunciado, ocorrendo de forma mais justa. Ou pode acontecer de surpresa, em uma emboscada, por exemplo. Um adversário ataca o outro, começando com a vantagem do primeiro golpe sem anunciar o duelo. Nesse caso, os jogadores lutam até a morte, rendição, captura ou nocaute de um deles. Obviamente, um administrador deve ser o juiz desse tipo de conflito, para nortear o conflito com bom senso e neutralidade, coisa que nenhum dos envolvidos tem no momento do duelo. Na falta de um administrador, os Roladores de dados ajudam muito! Os jogadores entram em acordo com o nível de dificuldade de cada manobra (caso o fórum não tenha um sistema de regras próprio), digita seu nome e ação, determina o número de dados correspondente à ficha e aciona o rolador aleatório, que deixa visível para todos os envolvidos o resultado da ação.

Pessoalmente não sou fã do método de roladores de dados, porque muitas vezes a pessoa narra muito bem, dá azar na jogada de dados e perde pra uma que mal descreveu a ação. Mas muitos fóruns utilizam, principalmente os de Vampiro a Máscara. Mas enfim...vamos às outras regras...

Ataque e Contra-Ataque
A ação de um jogador NUNCA deve ignorar a ação de outro ou sbstituí-la, bom senso é o primor dos duelos! A cada descrição de ação, o jogador deve relatar apenas efeitos relacionados a ele mesmo, nunca determinando que o ataque simplesmente funciona e seguir uma sequência de ações sem considerar a participação do outro. Um exemplo bem tosco só pra ilustrar:
*Uso o feitiço Glacio em cima do meu inimigo e depois que ele congela, me aproximo com a varinha e uso Everte Statium, arremessando-o a uma boa distância, o suficiente pra ele cair do penhasco e se quebrar lá embaixo nas pedras.*  
No mínimo um turno bem ridículo, mas deu pra entender, né? Quando esse jogador tentasse utilizar o feitiço Glacio, o adversário poderia conseguir se esquivar com uma manobra física (se escondendo atrás de algo por exemplo), poderia usar um feitiço. Por exemplo, o Incendio para um feitiço se chocar contra o outro e ambos se anularem (sem esquecer de se considerar as características da varinha, claro que se a do outro for melhor para duelos que a do outro, ele vai ser bem sucedido mesmo assim).

Defesa e Esquiva
A partir do momento que primeiro jogador efetua uma ação ofensiva, ele deve ser muito claro na descrição do seu ataque, ou considera-se um ataque impreciso de fácil esquiva e o oponente não precisa se esforçar muito pra desviar. Porém, se o turno é bem elaborado, a defesa deve ser tão bem descrita quanto ou o jogador falha e recebe o ataque inimigo. Em defesa podem ser utilizados feitiços opostos (como no exemplo supracitado), um contra-feitiço caso haja algum, ou um feitiço de defesa, como Protego Totalum.  Caso o jogador já esteja sob efeito de algum feitiço que limite suas ações, como um Incarcerous, por exemplo, aí sim ele perde a ação, a menos que haja interferência de terceiros. Se ele não usar o feitiço adequado também será atingido, por exemplo se o jogador lançar o Petrificus Totalus e o alvo que estará sendo atingido não usar o contra-feitiço Reflectus Petrify e usar o Sectumsempra que é outro feitiço de ataque e não é oposto ao Petrificus Totalus como no caso do Glacio e Incendio, o mesmo estará petrificado porque não se defendeu de um feitiço que tem contra-feitiços. Se a magia tem um contra-feitiço, o ideal é usar esse contra-feitiço para obter sucesso, mas...o RPG é cheio de possibilidades, o limite é a criatividade de cada jogador.

Fuga
Durante o duelo, um dos jogadores pode perceber que corre um alto risco com a derrota e tentar fugir do oponente. Nesse caso, suas ações são voltadas para essa tentativa, sem desconsiderar o dano já causado anteriormente, se houver. A regra é a mesma que Ataque e Contra-ataque, um age, depois o outro, usando os métodos que forem mais interessantes para a ocasião em si, caso haja interesse na perseguição.

Quantidade de Feitiços por turno
Normalmente apenas um feitiço pode ser realizado a cada turno, pois o jogador deve esperar o turno do adversário primeiro pra avaliar os efeitos do mesmo e só depois fazer outro. Existem exceções, esse é o comum.

Enfim, que eu estou me lembrando agora é isso. Acho que esse é o mínimo que todo mundo tem que saber pra poder duelar.

3 – Cite três exemplos de como se defender de um Avada Kedrava. Como se defende de um Expelliarmus?
Pra defender mesmo acho que só a defesa física mesmo, como se escondendo atrás de uma estátua ou parede, por exemplo. Pra não morrer caso receba um Avada Kedrava, o mago pode dividir sua alma com uma Horcrux, assim ele continuará existindo mesmo depois do corpo ter sido destruído. Nesse caso, o mago já tem que ter feito isso muito antes de receber a maldição, não é algo que dá pra fazer ali na hora. Não conheço nenhum tipo de feitiço que sirva de defesa mesmo. A terceira opção que eu vejo é só o sacrifício, como fez a mãe do protagonista, que morreu no lugar dele, que ficou só com a cicatriz na testa. Acho que é só, mas se tiver mais alguma até peço que me informem, porque não sei mesmo.
PS: aproveito pra tirar uma dúvida! Li em algum lugar que o Harry Potter usa o Expelliarmus contra a Avada Kedavra de Lord Voldemort (o que resultou no Priori Incantatem), então acho que essa entraria como mais uma forma de defesa contra a Maldição que eu não tinha pensado antes. Procede, essa informação? Eu acho que só funcionou porque eles tinham varinhas-irmãs, caso contrário, creio que o mais forte ganharia.
Outra dúvida: será que Protego Horribilis serviria como magia de defesa pra Avada Kedrava? Sempre dizem que não existe defesa contra essa, mas não sei. Talvez um mago poderoso possa conseguir usar esse feitiço pra isso, né? Já que ele é uma versão que serve pra outras Maldições Imperdoáveis...sei lá. É uma dúvida que eu tenho.
Agora como se defender de Expelliarmos é complicado...nessa vocês me pegaram, eu realmente não me lembro. Só consegui pensar em Protego ou Protego Totalum, que cria um escudo, então creio que o Expelliarmos não atingiria o alvo, logo este não perderia a varinha.

4 – Se você pudesse possuir alguma habilidade qual seria e porque?
Então, eu ainda estou com um pouco de dúvida, não sei se pego Avarador ou Oclumência. Ainda estou pensando nisso... Primeiro estava fazendo a ficha do objeto mágico, mas parece que vocês tiraram o que eu queria, que era o Sensor de Segredos, o que ia dar certinho na história do personagem que estou elaborando.
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Vincent Dragunov



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FICHA DE AUROR - Turno

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:19 am

5 – Faça um duelo onde você deve capturar e levar vivo um comensal para Azkaban. (mínimo 20 linhas)
── Wings Of Madness ──
❝There comes a time within everyone to close your eyes to what's real
No comprehension to fail I vacuum the wind for my sail
Can't be the rest let others waste my time
Owning success is the bottom line like a knife into flesh
After life is to death pulling and punching the rest of duration
No one can piss on this determination❞
[Mouth for War - Pantera]  
Naquela noite de inverno, Vincent tinha um alvo - Johan Karkaroff - e um objetivo - capturar o alvo com vida para submetê-lo a julgamento no quartel improvisado de Ploieşti. A pequena cidade da Romênia,  capital do judeţ de Prahova ficava à aproximadamente 56 quilômetros ao norte de Bucareste. Aos 35 anos, já tinha conseguido capturar muitos comensais que fugiram para se misturar com os trouxas, aquele tinha tudo para ser apenas mais um deles. Durante semanas seu trabalho consistiu em obter qualquer rastro do alvo para ter uma direção a seguir. Especialista em Segurança da Informação, vivia paralelamente entre os dois mundos, afinal com a miscigenação de trouxas e bruxos, a importância no estudo de seus conhecimentos tornou-se tão útil quanto a magia e significavam poder. Uma vez descoberta a nova identidade que o alvo assumia, bastaram alguns dias para obter sua atual localização. Vincent era um caçador nato, começou na infância com animais, mas logo direcionou seu talento para seres humanos, porque eles eram muito mais desafiadores que a inocência selvagem.
Aquela em especial, lembrava uma verdadeira caçada, pois o bosque para o qual seu alvo seguia à cavalo era composto pela mesma vegetação da região onde morava quando criança. Vincent seguia os rastros do cavalo à pé, para não ser percebido. Galhos quebrados, marcas de cascos no chão, bastou ver o animal para calcular mentalmente a dimensão dos cascos, diferenciando-o dos demais, bem como a vestimenta do alvo, cuja capa negra deixava fiapos presos aos galhos que quebrava pelo caminho. O caçador seguia em passos rápidos, chocando as botas sobre a terra molhada, até avistar o cavalo do alvo preso em uma árvore, próximo a uma formação rochosa. Ele desacelerou os passos para caminhar de furtivamente sobre a folhagem. O local era bem camuflado, a disposição das trevas criava uma ilusão de que não havia mais nada por lá para qualquer pessoa que passasse diante dela sem um olhar atento. O caçador sorriu, salivava como um lobo diante de uma presa acuada, sentia que estava próximo. Passou entre os estalagmites já com a varinha em punho, preparado para atacar assim que avistasse sua presa. Estranhou o fato de não haver o Cave inimicum para impedir sua entrada, mas pela pressa do alvo, ele talvez tivesse se esquecido?
A formação rochosa natural, logo deu lugar a uma construção de pedra, uma masmorra de corredores estreitos, com tochas em toda sua extensão para iluminar o caminho. Certamente aquele local era utilizado para reuniões, mais um questionamento a ser feito em interrogatório oficial. Cerca de 200 metros adiante, havia um altar de pedra e a capa do alvo. Logo Vincent percebera que o alvo percebia sua entrada com o uso do feitiço Homenum Revelio ou qualquer outro antes de fazer o que pretendia. Sabendo que seria atacado, fingiria a oportunidade de um ataque surpresa para o alvo usando em si mesmo o feitiço Deflexão de Feitiços para garantir alguma proteção e correu para o altar, pegando a capa, como se estivesse surpreso e frustrado por não ter encontrado nada além. Então, atento a todo o ambiente, percebeu um raio de luz vermelha ser lançado em sua direção, era o feitiço Estupefaça! Previamente protegido pela magia de Deflexão, Vincent usa o feitiço Expulso para desintegrar a formação rochosa onde o alvo se escondia, recebendo o ataque inimigo, defletido pela magia anterior.
Johan, por sua vez, revelava sua posição, saltando para esquivar-se da explosão de pedras e corria em direção a outra formação para se proteger fisicamente de qualquer feitiço lançado, já usando o Piertotum Locomotor para dar vida à imensa estátua ao lado do altar. Era um guerreiro de armadura todo feito em pedra e armado com uma espada bastarda de dois metros,  seu portador tinha cerca de 3 metros. Vincent olhava para a estátua que despertava desferindo um golpe poderoso com a espada, mas sua velocidade era lenta pelo tamanho e peso da espada e permitia em frações de segundos que o auror calculasse o tempo que tinha entre um ataque e outro, para assim usar a estátua a seu favor, também como barreira física, efetuando sua esquiva lateralmente, para que o grande guerreiro fique no caminho de qualquer magia lançada pelo inimigo, utilizando novamente o Feitiço de Deflexão para manter o corpo protegido. Sabendo que não adiantaria atacá-lo diretamente, Johan utilizou o Oppugno fazendo com que os morcegos da masmorra atacassem Vincent. Nesse momento, todos eles avançaram contra o auror e ele precisou usar o feitiço Incendio, para assustar os animais, que fugiram com medo do fogo.
Mais uma vez Johan tentou atacá-lo, mas com o Sectumsempra e dessa vez, Vincent não esquivou, tentou usar a estátua que o atacava como barreira física e com uma mira inacreditável, ou talvez mero golpe de sorte, o feitiço atingiu o alvo no momento em que a estátua levantou os braços com a espada em punho para desferir um ataque vertical, abrindo assim mais campo de visão para o adversário, ativando o feitiço de Deflexão. O auror então, saltou lateralmente, esquivando do golpe da estátua e utilizando o Bombarda contra a mesma, que se desfazia em pedaços segundos antes de atingí-lo. Nesse momento de vulnerabilidade, Johan aproveitou a chance para usar Petrificus totallus e Vincent se defendeu com o Reflectus petrify, correndo na direção do inimigo, que desferia outra magia de ataque, tentava novamente o Sectumsempra, Vincent utilizou o contra feitiço, Vulnera  Sanetur e continuou avançando contra o inimigo. Com o olhar carregado de fúria, Vincent avançava fisicamente contra Johan, desferindo um soco com a mão esquerda em direção a seu queixo. O inimigo conseguiu esquivar-se e utilizou também o Carpe retractum, para se puxar para outro lado daquele saguão, afastando-se do auror. Nisso, Vincent encontrou a oportunidade perfeita para usar o feitiço Expelliarmus, para pelo menos desarmar o oponente, mas errou a mão, atingindo-o no ombro e arremessou-o contra a parede de pedra. Com o choque da pancada, o alvo acabou perdendo a varinha e desnorteado, recebeu um chute de Vincent, que também usava o Carpe retractum para se aproximar. Só então, com o Incarcerous, imobilizou Joham e conseguiu se aproximar, desferindo pelo menos mais uns dois socos no rosto do oponente, descarregando assim sua fúria de uma forma não letal. Com o alvo devidamente imobilizado, a missão finalmente estava cumprida, então ele se aproximou para pegar Johan e levá-lo para o QG improvisado para interrogatório.

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FICHA DE HABILIDADE

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:22 am

Nome em ON (completo): Vincent Liyundegwyr Dragunov
Idade: 45 anos
Cidade onde Reside: atualmente reside em Londres à trabalho
Varinha (descrição completa): feita de ébano, com cerne de corda de coração de dragão, 30 centímetros, rígida e de diâmetro mediano.
Sangue: Puro
Casa:Durmstrang - Haus Land


Questionário (ON):

1 – Qual a habilidade escolhida e por quê?
A habilidade escolhida é a oclumência porque é a habilidade que mais despertaria o interesse do personagem durante seu período de formação, logo seu estudo teria sido dedicado a ela. Por ser bem paranoico, ele teme que sua mente seja invadida ou controlada por outro mago, como já viu acontecer com o efeito de poções e feitiços de controle. Para ele, a própria sanidade mental é preciosa, assim como tudo que há dentro dela, logo ele no mínimo tentaria proteger a mente de qualquer tipo de invasão.

2- Como você utilizará sua habilidade? Em que ela será útil?
Vincent pensa que conhecimento é poder, então prefere reter todo o conhecimento e sua experiência de vida fechados apenas para ele mesmo. Impedindo que outros tenham acesso à sua mente, ele fez dela uma espécie de cofre de informações. Ela será utilizada como uma proteção do que ele considera seu bem mais valioso, sendo útil por esse mesmo motivo.

3 - Por que seu personagem merece ter tal habilidade?
Vincent é extremamente focado no que deseja e muito determinado, logo o treinamento não faltaria para que ele desenvolvesse essa habilidade. Com um senso de auto superação muito forte, ele sempre se cobra demais buscando se aprimorar e se desenvolver cada vez mais.

4 - Como você descobriu sua habilidade? No mínimo 25 linhas de Word. Em caso de animagia, indicar o porque de ser ilegal ou legal).
A habilidade foi descoberta quando seu pai, que era um legimente, percebeu que não conseguia ler a mente dele quando garoto. Vincent sempre foi um garoto muito reservado, evitando se misturar a multidões, buscando sempre ficar nos bastidores de tudo, mas nunca na frente, retraído, tímido e bastante antissocial, tem uma visão deturpada da sociedade, de que tudo e todos podem em algum momento estar lhe desejando algum mal. Logo, ele preferia evitar o contato com outras pessoas a permitir ter a privacidade invadida por qualquer um. Seu próprio pai já era bem transtornado e gostava de ler as mentes dele e do irmão para depois usar os medos, aflições e inseguranças dos garotos para fazê-los viver pesadelos reais, possuindo um sadismo próprio que foi muito nocivo e determinante para o desenvolvimento psicossocial de ambos. Sua única defesa, era tentar esconder tudo que sentia ou pensava, negando suas emoções, o que o levou a começar a desenvolver essa habilidade a partir do momento de sua descoberta acidental.
Era uma noite de tempestade quando Vincent acordou no meio da noite aos 5 anos de idade apertado para usar o banheiro, mas assustado com o som dos trovões e dos ventos, sequer teve coragem de sair. Ficou segurando até o momento que não conseguiu mais e urinou ainda sentado na cama. Com medo da reação do pai e do irmão, sua única alternativa era pedir ajuda à mãe, então ele seguiu furtivamente até o quarto e abriu a porta com cuidado, porém o pai estava no banheiro e assim que saía deu de cara com o garoto. Dominado pelo medo, ficou paralisado olhando o pai, que logo invadiu sua mente e já sabia tudo que tinha acontecido. Ele esbravejou furioso: "Eu sabia! Tá vendo, mulher?! Seu filho é um merdinha asqueroso!!! Mijou na cama, o desgraçado!" e se aproximou, segurando o garoto pelo braço e forçando-o a olhar para a mãe, criando ilusões grotescas do ambiente, para assustá-lo ainda mais, avistando seus maiores medos. Então, o garoto viu o corpo da mãe todo ensanguentado, morta na cama e começou a chorar, sentindo uma absoluta certeza de que seu pai o mataria sem a mãe para protegê-lo.
Paralisado ele só conseguia chorar, enquanto apanhava do pai e continuava a ver as imagens perturbadoras projetadas pelo pai sádico. No final da surra, foi jogado de volta no quarto para dormir na cama suja, então ele se encolheu sobre o tapete e lá ficou até ser vencido pela exaustão da surra e adormecer. Quando despertou, foi acolhido pela mãe, que estava viva e disse que seu pai só tinha poder sobre ele, porque ele tinha medo e que deveria ser corajoso para não sofrer mais, com isso, o garoto decidiu buscar formas de se proteger, passando a negar suas emoções e fraquezas, criando uma barreira intransponível, que logo foi capaz de impedir o pai de ler seus pensamentos e descobrir sobre suas aflições.
Vincent passou a ver todas as pessoas como verdadeiras ameaças, desacreditado de que poderia existir qualquer coisa capaz de protegê-lo além dele mesmo, seu caminho foi norteado para a autopreservação e todos os vínculos sociais aos poucos se dissolveram.
Ao completar 8 anos, na noite de seu aniversário, ele e o irmão planejaram se livrar do pai, como Vlad já estudava e conhecia bastante sobre poções, ele fez um veneno de Cocculus (planta conhecida por conter substâncias tóxicas), acreditavam que com isso se veriam livres dele por um bom tempo em função da intoxicação, porém acidentalmente, quem bebeu o veneno foi a mãe e com uma dose calculada muito maior do que seu corpo suportava, ela foi hospitalizada e faleceu em 3 dias. O pai descontou a frustração da perda da esposa nos garotos e quando leu as mentes deles, descobriu sobre o plano e decidiu matá-los. Vlad, que escolheu desenvolver a habilidade de legimência como o pai, viu o que ele planejava e duelou com ele para proteger o irmão menor. Vlad era um verdadeiro prodígio e não teve dificuldades para derrotar o pai, que foi paralisado no chão. Sua intenção era deixá-lo ali e fugir com o menor, mas quando viu o garoto, ele já estava pulando em cima do pai com uma faca, atingindo-o repetidas vezes, até ser retirado pelo irmão. Naquela semana, a família estava completamente destruída e o Vincent e Vlad juraram para si mesmos que nunca ninguém saberia do ocorrido naquela noite, que seria um segredo só deles. Porém, Vlad assumiu a culpa pelo assassinato, na tentativa de livrar o irmão menor, sendo então jogado em Azkaban.
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FICHA DE HABILIDADE - Turno

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:24 am

5 - Aproveite para fazer um post mostrando sua habilidade em uso. (mínimo 35 linhas De Word)

── Wings Of Madness ──
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Era apenas mais um garoto assustado, sentado em uma cadeira alta demais para suas pernas ainda curtas. Vincent balançava as pernas, esticando os pés para tentar tocar o chão, mas só conseguia fazê-lo quando escorregava com as costas no encosto da cadeira. Estava ansioso, impaciente e tinha muito medo do que poderia acontecer a partir dali, porque sabia que o que fez foi errado, mas ao mesmo tempo não se culpava, acreditando que o pai merecia o castigo por tudo que já tinha feito de ruim para a própria família. Os olhos azuis percorriam o ambiente, buscando a imagem do irmão, que já estava dentro de uma sala de interrogatório. Vlad era tudo que lhe restava, sua única referência familiar, então o garoto só se interessava por saber onde ele estava. Sua busca foi interrompida por uma mulher, muito bem vestida, que o chamava para uma outra sala.
── Kd meu irmão? ── já entrou perguntando.
── Ele está respondendo umas perguntas que eu preciso que você responda também...
As palavras daquela megera de óculos e olhos grandes, soavam tão ameaçadoras quanto as do pai, o que deixava o garoto ainda mais nervoso. Assim que ele se sentou na cadeira e puxou as pernas pra cima abraçando os joelhos e apoiando o rosto escondido.
── Eu sei que você não fez nada, Vincent. Eu só quero conversar com você. ── ela apoiou os dedos magros sobre os braços do menino, se aproximando dele com um tom de voz quase maternal. ── Você viu uma coisa horrível essa noite e eu estou aqui para te ajudar a lidar com essa experiência. Me deixa te ajudar.
O garoto não falava uma palavra, continuava calado, afinal prometeu ao irmão que nunca falaria nada sobre o ocorrido. Fechou os olhos tentando pensar em alguma coisa boa, como o carinho da mãe, mas logo se entristecia pelo sentimento de culpa que o consumia e chorava silencioso.
── Vincent, eu preciso que você fale. Faça isso pela sua mãe... ── o olhar dela parecia inquisitor, indicando que ela soubesse de tudo, o que assustava e retraía ainda mais o garoto, que tinha visto demais, mas não queria admitir. Tinha muito medo, vontade de falar sobre tudo aquilo... quebrar sua promessa... se tinha uma coisa que ele aprendeu muito cedo, foi que "um homem morto vale mais que um homem sem honra", logo sua palavra era tudo que ele tinha para honrar, então ele ainda permanecia firme, mentalizando essas palavras, que ecoavam em sua mente. No momento que a megera o questionou e invadiu sua mente, então ela logo percebeu que havia um segredo que o menino ainda lutava para não revelar. Uma luta que ele mesmo desconhecia a ocorrência.
Foi travada uma guerra de nervos, ela sempre tentando sondar sua mente e ele, fugindo dela, recuando a cada avanço, desviando do assunto e aprisionando a si mesmo no enorme vazio que se tornou sua existência depois de perder tudo que tinha. A culpa ainda o consumia, apertava seu coração e deixava até um amargo na boca pelo sofrimento que causou à mãe. Se apegou a tudo que lhe restava, que era seu irmão e a promessa deles de que jamais revelariam nada sobre aquela noite.
A mulher logo percebeu que não arrancaria nada dele dessa forma, então utilizou sua habilidade de Legimência com a maior dedicação possível para tentar sondar a mente do garoto e ver se descobria mais alguma coisa sobre aquela tragédia, mas Vincent já estava na defensiva e viu no modo como ela o olhava o mesmo olhar aterrorizante do pai buscando seus maiores medos para torná-los reais e com isso, acabou bloqueando sua mente e impediu a leitura, o que causou uma reação de estranheza na mulher, que preferiu acreditar que o garoto estava apenas traumatizado com sua tragédia familiar a admitir que foi bloqueada por uma criança e deixou passar. Por mais que não tivesse o domínio daquela habilidade, naquela situação extrema, ele percebeu que era possível ficar seguro, desde que não deixasse ninguém entrar em sua mente ou conhecê-lo tão bem. Assim, decidiu que se tinha uma habilidade que ele desejava dominar, esta seria a que mais tarde conheceria como Oclumência. Depois do incidente, ele nunca mais encontrou o irmão mais velho, que foi levado para Askaban naquela mesma noite, enquanto ele foi encaminhado para um orfanato, onde permaneceria, até ser aceito na Durmstrang para iniciar seus estudos e aprimorar suas habilidades.

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FICHA DE OBJETO MÁGICO

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:26 am


Nome em ON (completo): Vincent Liyundegwyr Dragunov
Idade: 45 anos
Cidade onde Reside: atualmente reside em Londres à trabalho
Varinha (descrição completa): feita de ébano, com cerne de corda de coração de dragão, 30 centímetros, rígida e de diâmetro mediano.
Sangue: Puro
Casa:Durmstrang - Haus Land

Qual o objeto escolhido e por quê?
O objeto escolhido foi o Sensor de Segredos. Porque tenho como objetivo criar um Auror, logo ele seria muito útil na rotina diária dele para desmascarar mentiras e contribuir nas investigações dele e interrogatório. Sempre preferi a linha investigativa nos jogos de RPG, então pretendo explorar mais esse lado dele durante a trama principal e em secundárias. E sim, ele é Haus Land, foi durante toda sua graduação em Durmstrang sempre diretamente ligado ao ideal da casa, que ele começou a se interessar por essa linha, porque seu senso de justiça sempre o inclinou para esse caminho. Mais detalhes constam na ficha de Auror.

Como será utilizado o objeto? Como ele pode ajudar a sua trama?
A intenção inicial do uso do objeto seria apenas para trabalho, no entanto, a minha ideia durante a narrativa é explorar o desenvolvimento de uma obsessão, então algo que seria utilizado apenas a título de investigação, passou fazer parte da rotina social do personagem, que por mais que seja questionado e criticado pela esposa por ficar 24 horas por dia com aquele relógio na mão, não acredita estar errado, afinal aquele objeto é sua única garantia de que lhe falam a verdade. Obcecado pela verdade, ele passaria a criar uma fixação sobre o sensor. Na trama ele pode ajudar porque vai compor a personalidade do Vincent, no qual pretendo utilizar um pouco do que conheço do gênero de horror psicológico, de modo que um objeto será determinante para composição de todo um contexto familiar, afinal quem gosta de conviver com alguém que não consegue manter uma conversa olhando nos olhos, desviando o tempo todo para o relógio, esperando ver os seus ponteiros começarem a girar no sentido anti-horário? Na trama familiar pretendo explorar essa problemática que pode parecer insignificante a princípio, mas que se avaliada com maior atenção, pode-se perceber que uma mania como essa exerce um grande impacto na criação dos filhos, na relação de confiança e na sensação de segurança com os pares, demandando um olhar mais cuidadoso sobre a trama psíquica do personagem. Como fica a mente de uma criança cujo pai não consegue ter uma conversa franca sem conferir se ele fala a verdade com o sensor? Sem o estreitamento de laços com base na confiança mútua, toda a estrutura familiar fica comprometida.


Por que seu personagem merece possuir tal objeto?
O meu personagem, como um bom representante Haus Land é extremamente teimoso, desconfiado e não suporta de forma alguma traição, de nenhuma forma, ele possui um senso de justiça próprio, com valores éticos próprios sobre o modo de ser e sobre o modo como os outros deveriam ser, parecendo muitas vezes arrogante, prepotente e até grosseiro quando defende seus ideais, não aceitando tudo aquilo que considera errado e lutando para impedir que esse tipo de prática ocorra. Por essa razão é muitas vezes incompreendido no contexto familiar e social. De comportamento reservado, é um bom observador, estrategista e tem excelente memória e justamente por ser desconfiado demais, esse seria o objeto mágico de maior utilidade para ele e por isso, objeto de sua obsessão. Seu senso de justiça é enraizado e intensamente vivenciado no cotidiano, então nenhum objeto seria mais útil do que o sensor. Especialmente para interpretar a paranoia dele. Eheh.

Como você encontrou/recebeu esse objeto?
Vincent é obcecado pela verdade e esse foi até mesmo o motivo para ele ter encontrado o Sensor de Segredos, enquanto ainda jovem, como estudante da Durmstrang. Ele investigava o fundador da Casa Haus Luft, Ludolfo Luft. Inicialmente o único motivo era a curiosidade, pois soube que ele era ex-auror e se interessava pela ideia de ser um investigador, solucionando crimes e mistérios de todos os tipos. O garoto acompanhou toda a trajetória de Luft, fez uma investigação paralela quando ele desapareceu e continuou a mesma com o misterioso retorno da morte. Tudo indicava que fora morto pelo Lord, assim como o auror que o investigava, mas ele ressurgiu anos mais tarde e precisou se reportar ao Ministério. Não satisfeito com o andamento das investigações e a pouca informação divulgada, continuou espionando Luft.
Durante anos, desde as primeiras suspeitas sobre o envolvimento dele com o Lord, Vincent buscava a verdade, enquanto a maioria apenas abaixava a cabeça, concordando sem questionar as informações fornecidas e em uma noite fria de inverno que nunca será esquecida, foi pego depois de entrar escondido nos aposentos do ex-auror. Com o feitiço Colloportus, todas as portas e passagens do aposento foram lacradas e sem ter como fugir, recebeu um Incarcerous antes mesmo de conseguir pegar a varinha. Luft caminhava em volta dele estranhando a presença de um aluno Haus Land em seu aposento e desconfiado fez várias perguntas, sempre com um relógio de bolso na mão. O rapaz respondia sempre com a verdade, até ser questionado sobre o modo como conseguiu entrar. A verdade era que ele havia encontrado a passagem secreta que Luft tinha em um armário com fundo falso, mas ele respondeu que destrancou a porta e entrou. Naquele momento, sempre muito observador, Vincent percebeu que os ponteiros começaram a girar no sentido anti-horário e Luft ficou furioso ordenando que ele dissesse a verdade. Curioso sobre o relógio prateado que o ex-auror olhava, Vincent mentiu mais uma vez, insistindo que havia falado a verdade e percebeu novamente o giro dos ponteiros no sentido anti-horário. A partir dali, aquele objeto se tornou alvo de sua curiosidade e posteriormente obsessão.
Percebendo que enquanto mentisse, Luft saberia, começou a falar somente a verdade, ou partes dela, testando o objeto mágico a cada pergunta que respondia e observando atentamente o objeto, pensava em conseguir um daquele de qualquer jeito. Percebendo que o rapaz não era nenhuma ameaça, o ex-auror o liberou e Vincent passou a estudar o objeto mágico na intenção de obter um, porém descobriu que ele era muito raro e sem encontrar em lugar algum o Sensor de Segredos, decidiu roubar o que teria um acesso mais fácil. Assim, traçou um objetivo e usou todo o conhecimento acumulado em seus anos de estudo para roubar o Sensor de Segredos. O desafio foi grande, pois Luft reforçou a segurança de seu aposento, mas não foi suficiente para a mente obcecada de Vincent, que não mediu esforços para obter o objeto mágico, estudando com afinco todo tipo de feitiço que pudesse ajudar em sua empreitada.
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FICHA DE OBJETO MÁGICO - Turno

Mensagem por Vincent Dragunov em Qua Maio 18, 2016 2:27 am

Crie um post utilizando o objeto (mínimo 35 linhas De Word)

── Wings Of Madness ──
❝There comes a time within everyone to close your eyes to what's real
No comprehension to fail I vacuum the wind for my sail
Can't be the rest let others waste my time
Owning success is the bottom line like a knife into flesh
After life is to death pulling and punching the rest of duration
No one can piss on this determination❞
[Mouth for War - Pantera]  
Vincent sempre gostou mais da noite que do dia, preferindo o manto negro sobre suas caçadas, tendo a lua como sua única testemunha e cúmplice. Trabalha sozinho, justamente por não confiar em ninguém, mesmo dentro do Ministério, perseguindo a verdade de uma forma doentia, que sempre o levou a tortuosos caminhos, muitos deles perigosos e até incongruentes com a legislação vigente. Por essa razão já recebeu várias advertências e só não perdeu o emprego pela eficiência de suas investigações, que o tornaram indispensável em algumas missões, principalmente quando elas envolvem algum tipo de ligação com o mundo trouxa, pois sua sede por conhecimento era tanta, que ele se tornou um dos poucos bruxos a realmente se dedicar ao estudo também do mundo não-mágico e de todo seu funcionamento. Desse modo, sempre que algum bruxo se refugiava naquele mundo, era ele o enviado para a caçada.
Desde muito novo, já acumulava a maior quantidade possível de conhecimento que conseguisse, levando a extremos suas habilidades de busca e apreensão. Dessa vez não seria diferente. Estava em uma empresa de segurança de Londres e o bruxo que desejava capturar, se disfarçou como o diretor da empresa, se escondendo assim do Ministério. Durante semanas, Vincent rastreou ligações, hackeou sistemas de informações mais comumente utilizados e utilizando da engenharia social, abusou da técnica de "fishing" para conseguir acessar contas de usuários de dentro da própria empresa, utilizando apenas um aparelho celular. Por fim, quando conseguiu descobrir exatamente qual a sala onde deveria encontrar seu alvo, Vincent se disfarçou como mero funcionário do suporte de TI e se infiltrou, utilizando a aparência de um funcionário qualquer com o feitiço de transfiguração para conseguir acessar livremente o prédio.
Se apossou do primeiro computador que conseguiu e o utilizou para acessar o computador do alvo, implantando um vírus que deixava a máquina praticamente inoperante. Desativou todo o sistema de segurança da rota que tinha planejado para a fuga e da sala do alvo, para ficar mais à vontade para interrogá-lo. Quando recebeu o chamado para suporte, se prontificou a ir resolver o problema e assim seguiu para a sala desejada. Se moveu tão rápido até a sala desejada, o que não costuma acontecer quando se abre um chamado como aquele, que surpreendeu o alvo, que precisou usar o feitiço In Albis por causa de um pergaminho que ele escrevia no momento. Vincent entrou já trancando a porta trás de si com o Colloportus, retirando a varinha de dentro do sobretudo de couro, o adversário tentou desaparatar, mas antes que conseguisse, foi atingido pelo feitiço Immobilus de Vincent e paralisou. Assim, o Auror tomou-lhe a varinha e começou o interrogatório.
── Sir Leonard Harris... você é acusado de ter utilizado as artes das trevas para conquistar poder no mundo não-mágico e ainda de ter um prazer sádico em torturar mulheres e crianças. ── levando a mão ao bolso, Vincent segurou o relógio de prata, para o qual ficava olhando enquanto perguntava. Com uma mão, segurava a varinha, para usar o qualquer feitiço que precisasse e continuou. ── Como se isso não bastasse, ainda soube que teve um envolvimento direto com um comensal da morte que muito me interessa, vamos lá... comece a falar.
── É mentira! Juro que é tudo mentira! Tenho uma vida honesta aqui no... ── Vincent interrompeu a fala de seu alvo ao perceber que os ponteiros de seu relógio começavam a girar para o lado contrário. Nesse caso nem precisaria do sensor de segredos para saber que o sujeito estava mentindo, mas o uso do objeto se tornou um verdadeiro vício. Ele se aproximando dele e pressionando com o indicador e o polegar um ponto de dor bem conhecido das artes marciais chinesas e disse. ── Continue mentindo pra mim e verá que não preciso de feitiço algum para te fazer implorar pelo abraço gélido da morte. Com a pressão exercida sobre aquele ponto específico na região ombro mais próxima do pescoço, o alvo perdia o tônus muscular, caindo sobre os joelhos conforme o efeito do feitiço Immobilus ia passando. Em seguida, para mostrar que estava falando sério, deu um soco bem forte no plexo solar horizontalmente, atingindo o estomago e os intestinos, para provocar uma dor violenta, sem oferecer risco de vida ao adversário. Queria apenas ter certeza que ele entendia. ── Agora você vai me falar a verdade. Incarcerous. Conjurou o feitiço para amarrar o alvo na intenção de ficar mais à vontade para fazer suas perguntas e se sentou na cadeira à frente dele, deixando-o no chão. ── Sejamos breves. Onde ele está? ── o outro bruxo se contorcia mesmo sabendo que era em vão, mas pelo menos começava a falar.
── Tá bom, tá bom! Como você é sem graça! Não dá nem pra brincar! Vincent... você não precisa ir atrás dele, porque ele irá encontrá-lo em breve. ── dessa vez ele olhava para os ponteiros e eles continuavam no sentido normal. ── Você não pode me matar, Vincent. Ele vai capturar sua esposa e vai usá-la contra você. ── Naquele momento o auror olhou bem para o relógio, buscando a certeza de que aquelas palavras eram verdadeiras. Ficava preocupado com Iara e nervoso, deu um chute no plexo solar do alvo, que gemeu. ── O sangue dela estará em suas mãos.
── O que ele quer afinal?! ── questionou Vincent impaciente.
── Sua cabeça... ── mais uma vez os ponteiros seguiram sua direção normal e o auror engoliu seco. O caçador se tornou caça em uma reviravolta bem desagradável. ── E qual a sua participação nisso?
── Eu sou só o garoto de recados... uma distração... quem faz o trabalho sujo já está onde deveria estar. Assim como eu, que acabei de cumprir com sucesso minha missão garantindo que você também estivesse onde deveria estar.
Pelo seu tom de voz, era evidente que alguém já teria ido capturar Iara. Vincent não era de fazer muitos amigos, mas inimigos colecionava aos montes por onde passava, o que o deixava em desvantagem. Aflito, manteve o olhar fixo nos ponteiros, procurando alguma mentira, mas dessa vez, o alvo parecia mais satisfeito com ele ao dizer a verdade.
── O tempo está correndo, Vincent... se eu fosse você começava a correr também.
Furioso, Vincent se levantou, tirou o isqueiro do bolso do sobretudo, ativando o alarme de fumaça do prédio para evacuar o local e causar uma agitação que lhe permitisse passar despercebido na multidão como apenas mais um funcionário invisível da TI, ganhando algum tempo para descarregar sua fúria. Distribuiu vários pontapés, visando atingir órgãos vitais do inimigo, desfazendo o sorriso vitorioso que ele tinha na cara ao perceber que conseguiu atraí-lo de acordo com o plano de seu aliado comensal. Para apagar qualquer evidência de sua presença, conjurou o feitiço de Fogomaldito em cima do corpo de seu alvo e permaneceu parado, observando-o ser consumido pelas chamas, enquanto gritava de dor. Desfez o feitiço que mudava seu rosto, jogou as credenciais do funcionário que se transformou nas chamas para serem destruídas e permaneceu imóvel. Por mais que o sistema anti-incêndio estivesse ativado, a quantidade de água era muito pouca para conter o poder do fogo mágico que se alastrava pela sala, sem uma forma definida, mas consumindo tudo pelo caminho.
Só então, Vincent se afastou, deixando que as chamas continuassem seu trabalho até que a água se tornasse suficiente ou até que os bombeiros conseguissem detê-las e saiu pela escada de incêndio. Descendo aqueles 4 lances de escada às pressas, seguindo alguns poucos funcionários da empresa que assustados esbarravam uns nos outros com medo de ficar para trás e ver acontecer algo pior. Mesmo estando na forma de um funcionário da empresa, o adversário sabia bem quem ele era, o que indicava que tinha mesmo caído em uma armadilha. Precisaria então tentar colocar a cabeça no lugar e voltar para casa para encontrar Iara e garantir sua segurança. A rua estava movimentada, haviam muitos pontos de encontros de jovens, então estes se acotovelavam com seus celulares para filmar o prédio em chamas. No tumulto, não foi difícil se afastar do cenário em direção à estação de trem mais próxima para seguir em busca de sua esposa.

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Re: VINCENT L. DRAGUNOV

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