GRYPHERO GOLDHAND

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GRYPHERO GOLDHAND

Mensagem por Vincent Dragunov em Seg Maio 16, 2016 10:37 pm

FICHA - PERSONAGEM GRYPHERO "GRIF" GOLDHAND

Gryphero "Grif" Goldhand

22. Caladmiron. Celian Sea. Pirata/Ladrão

nome completo

Gryphero Goldhand

nascimento

27/03/0954

reino

CALADMIRON

grupo

CELIAN SEA

cargo

Pirata

habilidade

Furtividade III


Nem todos os foras da lei, ladrões, assassinos e psicopatas começaram do mesmo jeito, com uma infância traumática, sendo abusados, sofrendo, passando fome ou coisas do tipo, alguns simplesmente nasceram pra ser aquilo que são. Esse é o caso de Grif, o jovem de 20 e poucos anos, filho de um mercador bem sucedido na cidade Caladmiron, Albert, que ficou famoso por vender as melhores especiarias do reino, em poucos anos fez seu dinheiro multiplicar e logo passou a ser conhecido como “Goldhand” que adotou como seu sobrenome oficial. Quando já bem estabelecido e bem casado, seu primogênito nasceu, Gryphero Goldhand, ou Grif, como era chamado pela mãe e pelos amigos de infância. Trazia muito orgulho ao pai, pois sempre se destacou por sua percepção aguçada e audácia, sempre muito curioso tentava desbravar o mundo que conhecia a qualquer custo, pelo o menos o mundo que tinha acesso, sua cidade natal Caladmiron.
Seu pai sempre o obrigava a acompanhá-lo em seus negócios, o que fazia a muito contragosto já que não gostava que estar preso a um lugar por muito tempo e as reuniões de negociação sempre levavam intermináveis horas até que as que duas partes entrassem em um acordo, o velho Albert geralmente levava a melhor, tinha uma lábia e um poder de bajulação incríveis, mas não eram características que o pequeno Grif admirava, muito pelo contrário, odiava ter que ver esse lado do seu pai, em sua cabeça era como se o seu pai fosse um cachorrinho que ficava lambendo os pés do dono pra ganhar o seu osso. Porém essa vida também tinha suas vantagens, por negociar com todo tipo de gente diferente, por muitas vez es tinham que viajar longas distâncias para se encontrarem com os fornecedores e foi nesta época que o jovem desenvolveu seu gosto por viagens.
Na adolescência aprendeu o ofício de vendedor, seguindo os passos do pai, mas diferente deste não tinha dom algum para o negócio, por muitas vez es trazendo prejuízo para a família, mas era o único filho então o pai tinha de aceitar a contragosto, afinal ainda estava aprendendo, pelo menos é o que tentava se convencer, melhor do que aceitar que o filho era um fracasso nos negócios. Grif não ligava pra aquilo no final das contas, tudo o que queria saber é aproveitar do dinheiro do pai, do luxo e das viagens que ele o proporcionava. Porém isso tudo acabou, durante uma dessas viagens, Albert estava negociando uma grande venda de especiarias para o Conde Goldurar’t e Grif no auge dos seus 15 anos o acompanhou até a mansão do Conde, onde se apaixonou perdidamente pela filha do Conde, um amor juvenil e proibido, um simples plebeu, filho de um mercador, se apaixonando por uma condessa. Foi aí que a vida do jovem Grif virou de pernas pro ar, ele descobriu que a filha do conde era mais “experiente” do que qualquer um imaginava, descobriu o lado bom da vida e por fim descobriu as consequências de ser pego nu na cama com a filha do conde, tudo bem que não foi na cama, mas sim no celeiro, mas as consequências são as mesmas no final.
Após esse episódio, o Sr. Goldhand perdeu o maior negócio que iria fazer em anos e o jovem Goldhand recebeu o maior castigo de todos, e ao mesmo tempo a maior benção que já recebeu, foi expulso de casa, sem um tostão furado nos bolsos e vários vergões de chicotadas nas costas. Nos primeiros dias logo abraçou a liberdade que isso lhe trouxe, andar por onde quisesse andar, sem horário para chegar em casa, sem obrigações. Mas logo viu que a vida não é tão fácil quanto costumava ser, começou a ter que se virar para comer. Assim descobriu as facilidades do roubo, do dinheiro fácil e passou a se esgueirar pelos becos da cidade atrás de vítimas fáceis de furtar, mas a sorte nem sempre o acompanhava, logo ficou conhecido pelos guardas da cidade e se viu obrigado a sair da cidade ou logo seria pego e passaria o resto da sua vida esquecido atrás das grades.
Encontrou a oportunidade perfeita ao se encontrar com um homem em uma pequena e suja taberna, que representava a tripulação do capitão Barbossa, procurando por novos tripulantes para sua embarcação, aceitou sem pensar duas vez es, iria dar o fora daquela cidade, pra longe dos guardas que já conheciam sua cara e ainda iria conseguir algum dinheiro para se virar. E assim passou anos junto à tripulação do capitão Barbossa, limpando o convés e içando velas, foi quando aprendeu a se virar dentro de um navio e se apaixonou pela pirataria. A liberdade de fazer o que quiser, a ausência de regras, a maresia do mar, sentia-se livre, mas pagavam mal... por ser apenas um tripulante não participava dos saques e não tinha “participação nos lucros”, por isso assim que voltou para a terra firme logo se estabeleceu em um pequeno quarto alugado em Brumivium, onde reestabeleceu seu velho hábito, mas agora ainda mais hábil apenas furtava os desatentos que transitavam pela cidade, não queria mais ter seu rosto conhecido.

Edu

31. contato. conta n° 01.

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