KYNNEMOTH ZETHERGYLL VON EREGHAST

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KYNNEMOTH ZETHERGYLL VON EREGHAST

Mensagem por Vincent Dragunov em Seg Maio 16, 2016 8:24 pm

FICHA 02 - PERSONAGEM KYNNEMOTH ZETHERGYLL VON EREGHAST

MADMAN KYNT

31. GLIGOTHIEL. CELIAN SEA. INFO

nome completo

KYNNEMOTH ZETHERGYLL VON EREGHAST

nascimento

18/07/945

reino

GLIGOTHIEL

grupo

CELIAN SEA

cargo

PIRATA

habilidade

ESGRIMA

Saudações, visitante... eu até faria uma reverência se conseguisse me levantar, mas continuo vendo sua imagem tamborilante como os dedos da bela  cortesã ali atrás. Ahah! Sabia que você ia olhar... aqueles dedos dançantes foram responsáveis pela morte de meu pai e... não acredita? Pois sente-se... pague-me mais uma bebida que eu lhe contarei minha história!
Essa cortesã foi um dia a mulher mais bela de toda Brumivium. Ela trabalhava no castelo, era uma das damas de companhia de minha mãe. Essa ardilosa senhora se chamava Mirabell Zethergyll, a Marquesa Vermelha, mas não pela cor de seus cabelos, e sim pelo sangue que sua crueldade derramava sobre os campos quando sua vontade era desrespeitada. Ela era uma bruxa, druida, feiticeira, ou seja lá como você preferir... e sua sede de poder a levou até o meu pai, que por sua vez, era um conde. Dizem que era um dos mais ricos, pois se arriscava em negócios de todos os tipos para aumentar sua riqueza. Assim, o que os uniu foi a ganância e não aquelas histórias encantadas que contam por aí sobre "O Leão e a Raposa", estão mais para "O Ouro e a..." você sabe... Tenho certeza que você, caro amigo, já ouviu cântigos sobre essa história. Não? Cantaremos sobre isso em outra hora... onde parei? Ah, sim! Eles se casaram, primeiro nasceu meu irmão, minha irmã e por último eu. Nós nunca fomos muito próximos, porque eu não ficava muito no castelo.

Sempre tive um espírito aventureiro, desprezava as obrigações com a falácia daquela nobreza imunda. Já eles... faziam parte daquele mundo. Me lembro até hoje dos tapas que levei da mamãe por não querer cortar o cabelo, ou por esquecer de usar os talheres, por sentar-me sujo à mesa... ou por qualquer outra coisa que fosse contra sua etiqueta afrescalhada. Meu pai ainda era um pouco mais tolerante, afinal ele mesmo não era um dos mais certos, eheh. Eu acobertava as escapadas que ele dava pra se encontrar com algumas servas e em troca ele me ensinava a arte da esgrima. A única coisa daqueles baitolas imperiais que eu tinha alguma vontade de aprender. Era uma troca justa, na qual ambos saíam ganhando. Pelo menos até o papai cair de amores por aquela serva que hoje é a cortesã desse pardieiro.

Ele começou a esquecer as minhas aulas de esgrima sempre correndo atrás da saia daquela mulher pelo menos 30 anos mais nova que ele. Era até estranho de se ver, mas ela também parecia encantada de alguma forma... seja por ele, ou pelos presentes que ele sempre levava. Ahah. O pilantra chegou a roubar um anel da minha mãe pra entregar pra essa serva e foi aí que a coisa começou a ficar feia. Apesar de admitir que o casamento era de interesse apenas, minha mãe era orgulhosa demais e egoísta para aceitar dividir o marido daquela forma. O tempo foi passando e o clima em casa ficava cada vez pior.

Acabei me aproximando de Rosalyn... hoje a bela Lorelei, porque nós tínhamos quase a mesma idade. Ela deveria ser uns 3 anos mais velha, no máximo e era a única pessoa naquele lugar que eu ainda conseguia conversar. Era gentil, carinhosa e muito compreensiva. Começou a trabalhar muito nova pra ajudar a família, então eu comecei a comprar algumas coisas pra ela levar escondida. Viramos amigos e depois mais do que isso... viramos amantes. Difícil de imaginar, né? Mas eu era um garoto, descobrindo minha sexualidade aos cuidados de uma garota bem mais experiente e com isso, claro que acabei me envolvendo mais do que deveria. Fugíamos juntos ao anoitecer pra nos encontrar no celeiro, onde ninguém nos encontraria, até que um dia, meu pai nos flagrou e aí... você já pode imaginar o desfecho.

Eu, fui açoitado até o amanhecer, onde normalmente os escravos eram punidos. Ela, foi trancada em uma cela para ser punida depois. Os primeiros raios de sol surgiram e com eles a marcha assídua da Marquesa Vermelha. Furiosa com meu pai pelo que ele fazia, iniciou uma discussão da qual não me recordo os detalhes. Só sei que chegou a um ponto que ele confessou o motivo do meu castigo e ela se calou. Apenas me olhou com o mesmo desprezo que dirigia a ele e voltou pra dentro. Já exausto, meu pai me levou até o porto e me vendeu como escravo para se livrar de mim e da vergonha que o  fiz passar. Depois disso, nunca mais os vi. Eu tinha 13 anos e fui viver com meus senhores em Gligothiel.

Tudo que soube desde então, foi que minha mãe tentara matar Rosalyn, mas impedida por meu pai, o matou. Assim nasceu Lorelei, que foi a nova identidade criada por Rosalyn para desaparecer da vista de minha furiosa mãe. A Marquesa Vermelha, a perseguiu durante anos, até que Lorelei também veio para Gligothiel, o único reino onde estaria realmente segura. Quanto a mim, permaneci escravo de um rico mercador e me envolvi em algumas brigas de rua que me renderam o título de Madman Kynt. Sim, abdiquei de meu nome completo e abreviei Kynnemoth para Kynt, ou meu senhor não saberia sequer pronunciá-lo. Aquele porco imundo mal falava sem cuspir, imagina se tentasse pronunciar o meu nome todo... eu preferi não ter que ouvir isso.

Percebendo meu talento, o velho me enviou para uma arena clandestina, onde altas apostas eram feitas e como bom investidor, ele decidiu apostar em mim. Me arrumou um mercenário como tutor. Seu nome era Hagar e ele mais parecia um urso pardo de tão grotesco. Seu olhar era assustador e o rigor de seu treinamento me transformou em um bom guerreiro. Nessa arena, todo tipo de arma era jogada para testar nossas habilidades e aumentar o risco de morte, o que me ajudou a aprimorar minhas habilidades. Eu sobrevivi e consegui alguma fama naquele meio, ganhando muito dinheiro para meu senhor, que começou a simpatizar comigo e me deixar sair algumas vezes para me divertir como recomepensa pelas minhas vitórias.


Aqueles foram os anos em que me rendi à luxúria, me divertindo com toda e qualquer mulher que desejasse se entregar a mim. Conheci o sabor do hidromel e do vinho, os jogos de azar e mergulhei em um mundo de perdição que não conseguia mais sair. E foi assim, transitando entre bordéis e tavernas, que mais uma vez encontrei aquela mulher, agora com o nome de Lorelei. Ela não me reconheceu, mas eu não tive dúvidas e logo me aproximei de novo dela. Que mulher... ela é a musa detentora dos domínios do prazer! Não era à toa que tinha sempre tantos clientes a seus pés... Ela continuava linda e sedutora, não precisava dizer uma palavra para que fosse desejada e usava muito bem seu talento para melhorar suas condições de vida.

Eu nunca tive o direito de sentir ciúme daquela mulher, então preferia não sofrer com isso e também me divertia com outras mulheres. Éramos dois libertinos, combinávamos perfeitamente, mas ela era mais esperta. Invés de gastar o que tinha, sempre manteve controle sobre suas economias, até se tornar dona do próprio bordel. Por isso eu estou aqui, sentado em banco mais reservado, bebendo como um cavalo e conversando com você, e ela está ali, movendo seus dedos ágeis sobre o peito de outro homem. Rindo, cantando e dançando...

Sabendo que as arenas clandestinas só me levariam para um final, decidi fugir de meu senhor e me aventurar pelos mares, onde eu poderia me sentir mais livre. Meu nome completo parece ter sido apagado da história, minha família nunca chegou a me procurar, talvez na intenção de acobertar a vergonha que manchou nossa linhagem. Não os culpo nem os invejo. Acredito estar muito mais feliz agora que me livrei de tudo aquilo que me prendia... ou o melhor... quase tudo. Nenhuma outra mulher conseguiu ocupar o lugar de Lorelei, então ela ainda permanece como única corrente que me prende a essa terra. Hoje não devo satisfação a ninguém, cumpro ordens somente quando entro para alguma tripulação, o que nem sempre é possível, pois não sou o melhor para cumprir ordens.

À propósito... caso saiba de alguma tripulação em processo de recrutamento, peço que me avise. Se não me encontrar, deixe o recado com Lorelei, ela sempre sabe onde me achar. Agora se me dá licença, Lorelei parece estar livre daquele distinto cavalheiro e acaba de piscar, e como não se deixa uma mulher esperando, é minha hora de partir. Termine minha bebida, por gentileza e divirta-se no melhor bordel do porto de Gligothiel em nome de Madman Kynt!

Willian

27. MP. conta n° 02.

application by nicole (i, ii, iii, iv, v).


Última edição por Sergei Dragunov em Seg Out 24, 2016 12:56 am, editado 1 vez(es)


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Re: KYNNEMOTH ZETHERGYLL VON EREGHAST

Mensagem por Vincent Dragunov em Dom Out 16, 2016 9:31 am

MADMAN KYNT
KYNNEMOTH ZETHERGYLL VON EREGHAST
18/06/945
GLIGOTHIEL
CELIAN SEA
PIRATA
ESGRIMA
played by WILLIAN
Biografia

Saudações, visitante... eu até faria uma reverência se conseguisse me levantar, mas continuo vendo sua imagem tamborilante como os dedos da bela  cortesã ali atrás. Ahah! Sabia que você ia olhar... aqueles dedos dançantes foram responsáveis pela morte de meu pai e... não acredita? Pois sente-se... pague-me mais uma bebida que eu lhe contarei minha história!

Essa cortesã foi um dia a mulher mais bela de toda Brumivium. Ela trabalhava no castelo, era uma das damas de companhia de minha mãe. Essa ardilosa senhora se chamava Mirabell Zethergyll, a Marquesa Vermelha, mas não pela cor de seus cabelos, e sim pelo sangue que sua crueldade derramava sobre os campos quando sua vontade era desrespeitada. Ela era uma bruxa, druida, feiticeira, ou seja lá como você preferir... e sua sede de poder a levou até o meu pai, que por sua vez, era um conde. Dizem que era um dos mais ricos, pois se arriscava em negócios de todos os tipos para aumentar sua riqueza. Assim, o que os uniu foi a ganância e não aquelas histórias encantadas que contam por aí sobre "O Leão e a Raposa", estão mais para "O Ouro e a..." você sabe... Tenho certeza que você, caro amigo, já ouviu cântigos sobre essa história. Não? Cantaremos sobre isso em outra hora... onde parei? Ah, sim! Eles se casaram, primeiro nasceu meu irmão, minha irmã e por último eu. Nós nunca fomos muito próximos, porque eu não ficava muito no castelo.

Sempre tive um espírito aventureiro, desprezava as obrigações com a falácia daquela nobreza imunda. Já eles... faziam parte daquele mundo. Me lembro até hoje dos tapas que levei da mamãe por não querer cortar o cabelo, ou por esquecer de usar os talheres, por sentar-me sujo à mesa... ou por qualquer outra coisa que fosse contra sua etiqueta afrescalhada. Meu pai ainda era um pouco mais tolerante, afinal ele mesmo não era um dos mais certos, eheh. Eu acobertava as escapadas que ele dava pra se encontrar com algumas servas e em troca ele me ensinava a arte da esgrima. A única coisa daqueles baitolas imperiais que eu tinha alguma vontade de aprender. Era uma troca justa, na qual ambos saíam ganhando. Pelo menos até o papai cair de amores por aquela serva que hoje é a cortesã desse pardieiro.

Ele começou a esquecer as minhas aulas de esgrima sempre correndo atrás da saia daquela mulher pelo menos 30 anos mais nova que ele. Era até estranho de se ver, mas ela também parecia encantada de alguma forma... seja por ele, ou pelos presentes que ele sempre levava. Ahah. O pilantra chegou a roubar um anel da minha mãe pra entregar pra essa serva e foi aí que a coisa começou a ficar feia. Apesar de admitir que o casamento era de interesse apenas, minha mãe era orgulhosa demais e egoísta para aceitar dividir o marido daquela forma. O tempo foi passando e o clima em casa ficava cada vez pior.

Acabei me aproximando de Rosalyn... hoje a bela Lorelei, porque nós tínhamos quase a mesma idade. Ela deveria ser uns 3 anos mais velha, no máximo e era a única pessoa naquele lugar que eu ainda conseguia conversar. Era gentil, carinhosa e muito compreensiva. Começou a trabalhar muito nova pra ajudar a família, então eu comecei a comprar algumas coisas pra ela levar escondida. Viramos amigos e depois mais do que isso... viramos amantes. Difícil de imaginar, né? Mas eu era um garoto, descobrindo minha sexualidade aos cuidados de uma garota bem mais experiente e com isso, claro que acabei me envolvendo mais do que deveria. Fugíamos juntos ao anoitecer pra nos encontrar no celeiro, onde ninguém nos encontraria, até que um dia, meu pai nos flagrou e aí... você já pode imaginar o desfecho.

Eu, fui açoitado até o amanhecer, onde normalmente os escravos eram punidos. Ela, foi trancada em uma cela para ser punida depois. Os primeiros raios de sol surgiram e com eles a marcha assídua da Marquesa Vermelha. Furiosa com meu pai pelo que ele fazia, iniciou uma discussão da qual não me recordo os detalhes. Só sei que chegou a um ponto que ele confessou o motivo do meu castigo e ela se calou. Apenas me olhou com o mesmo desprezo que dirigia a ele e voltou pra dentro. Já exausto, meu pai me levou até o porto e me vendeu como escravo para se livrar de mim e da vergonha que o  fiz passar. Depois disso, nunca mais os vi. Eu tinha 13 anos e fui viver com meus senhores em Gligothiel.

Tudo que soube desde então, foi que minha mãe tentara matar Rosalyn, mas impedida por meu pai, o matou. Assim nasceu Lorelei, que foi a nova identidade criada por Rosalyn para desaparecer da vista de minha furiosa mãe. A Marquesa Vermelha, a perseguiu durante anos, até que Lorelei também veio para Gligothiel, o único reino onde estaria realmente segura. Quanto a mim, permaneci escravo de um rico mercador e me envolvi em algumas brigas de rua que me renderam o título de Madman Kynt. Sim, abdiquei de meu nome completo e abreviei Kynnemoth para Kynt, ou meu senhor não saberia sequer pronunciá-lo. Aquele porco imundo mal falava sem cuspir, imagina se tentasse pronunciar o meu nome todo... eu preferi não ter que ouvir isso.

Percebendo meu talento, o velho me enviou para uma arena clandestina, onde altas apostas eram feitas e como bom investidor, ele decidiu apostar em mim. Me arrumou um mercenário como tutor. Seu nome era Hagar e ele mais parecia um urso pardo de tão grotesco. Seu olhar era assustador e o rigor de seu treinamento me transformou em um bom guerreiro. Nessa arena, todo tipo de arma era jogada para testar nossas habilidades e aumentar o risco de morte, o que me ajudou a aprimorar minhas habilidades. Eu sobrevivi e consegui alguma fama naquele meio, ganhando muito dinheiro para meu senhor, que começou a simpatizar comigo e me deixar sair algumas vezes para me divertir como recomepensa pelas minhas vitórias.

Aqueles foram os anos em que me rendi à luxúria, me divertindo com toda e qualquer mulher que desejasse se entregar a mim. Conheci o sabor do hidromel e do vinho, os jogos de azar e mergulhei em um mundo de perdição que não conseguia mais sair. E foi assim, transitando entre bordéis e tavernas, que mais uma vez encontrei aquela mulher, agora com o nome de Lorelei. Ela não me reconheceu, mas eu não tive dúvidas e logo me aproximei de novo dela. Que mulher... ela é a musa detentora dos domínios do prazer! Não era à toa que tinha sempre tantos clientes a seus pés... Ela continuava linda e sedutora, não precisava dizer uma palavra para que fosse desejada e usava muito bem seu talento para melhorar suas condições de vida.




Eu nunca tive o direito de sentir ciúme daquela mulher, então preferia não sofrer com isso e também me divertia com outras mulheres. Éramos dois libertinos, combinávamos perfeitamente, mas ela era mais esperta. Invés de gastar o que tinha, sempre manteve controle sobre suas economias, até se tornar dona do próprio bordel. Por isso eu estou aqui, sentado em banco mais reservado, bebendo como um cavalo e conversando com você, e ela está ali, movendo seus dedos ágeis sobre o peito de outro homem. Rindo, cantando e dançando...

Sabendo que as arenas clandestinas só me levariam para um final, decidi fugir de meu senhor e me aventurar pelos mares, onde eu poderia me sentir mais livre. Meu nome completo parece ter sido apagado da história, minha família nunca chegou a me procurar, talvez na intenção de acobertar a vergonha que manchou nossa linhagem. Não os culpo nem os invejo. Acredito estar muito mais feliz agora que me livrei de tudo aquilo que me prendia... ou o melhor... quase tudo. Nenhuma outra mulher conseguiu ocupar o lugar de Lorelei, então ela ainda permanece como única corrente que me prende a essa terra. Hoje não devo satisfação a ninguém, cumpro ordens somente quando entro para alguma tripulação, o que nem sempre é possível, pois não sou o melhor para cumprir ordens.

À propósito... caso saiba de alguma tripulação em processo de recrutamento, peço que me avise. Se não me encontrar, deixe o recado com Lorelei, ela sempre sabe onde me achar. Agora se me dá licença, Lorelei parece estar livre daquele distinto cavalheiro e acaba de piscar, e como não se deixa uma mulher esperando, é minha hora de partir. Termine minha bebida, por gentileza e divirta-se no melhor bordel do porto de Gligothiel em nome de Madman Kynt!
Outras Informações
PERSONALIDADE: Como o próprio apelido já diz, ele é um "homem louco", completamente imprevisível, imprudente, desacreditado, hedonista e sem a menor perspectiva de futuro. Por não ter o que perder nem nada a se apegar, adotou um estilo de vida leviano, testando os limites do impossível e se expondo a riscos que ultrapassam os conceitos de coragem.
APARÊNCIA: Madman tem os cabelos longos, até a metade das costas, porém bem desalinhados, constantemente embaraçados e mal cuidados. Não costuma se atentar demais a detalhes sem importância como trajes e acessórios, então preconiza artigos que tenham alguma necessidade, dispensando assim o uso de chapéus e outros apetrechos, limitando-se apenasa um cordão preso ao pescoço com runas de proteção que pertenciam ao primeiro homem que ele matou (seu pai) e uma discreta argola na orelha esquerda. Braçadeiras de couro protegem os braços e botas à uma altura pouco abaixo do joelho, reforçadas com chapas de aço, assim como as braçadeiras, protegem as pernas, mas o restante do corpo costuma ser protegido apenas por uma calça de cor escura e uma camisa, ambas bem deterioradas pelo tempo de uso. O cinto de couro leva a espada, um punhal, um cantil e algumas vezes uma garrafa pequena para "emergência".
AVISOS DO PLAYER: Sou extremamente ocupado durante a semana, então só tenho os finais de semana pra conseguir me organizar por aqui, então conto com a paciência de vocês nas respostas dos turnos. Gosto de explorar o que há de melhor em uma boa aventura e me dedico bastante a cada turno, então peço que só combinem algum turno comigo se realmente tiverem intenção de seguir com a narrativa até o fim. Grato.


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Vincent Dragunov



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