Willian Lefevre Rosseau

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Willian Lefevre Rosseau

Mensagem por Willian Lefevre Rosseau em Dom Ago 10, 2014 8:26 am


Willian Lefevre Rosseau

Trama do personagem



Willian L. Rosseau

Baby, join me in death.
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Willian Lefevre Rosseau



Idade : 16
Mensagens : 189

Ficha do personagem
Espécie : Bruxo (a)
Classe: Arqueiro
Nível: 03

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Re: Willian Lefevre Rosseau

Mensagem por Willian Lefevre Rosseau em Dom Ago 10, 2014 8:41 am



 
WILLIAN LEFEVRE ROSSEAU
 

Close my eyes, hold me tight and bury me deep inside your heart.

Nome completo: Willian Lefevre Rosseau
Idade: 12 anos
Raça: Semi-veela
Sangue: Sangre puro
Casa: Slytherin
Ocupação: Estudante
Nascido em: 09/07/2002
PB: Ash Stymest


PERSONALIDADE E APARÊNCIA

Willian cresceu com uma tia que o desprezava, o humilhava, o maltratava de todas as formas. Isso causou consequências piores que as cicatrizes físicas espalhadas pelo seu corpo. O menino tornou-se recluso, anti-social, fechado dentro de si mesmo. É capaz de fazer de tudo quando se sente ameaçado ou quando está com raiva. É vingativo, consegue gravar o nome e o rosto de cada inimigo. É frio, egocêntrico, egoísta, possessivo, obstinado, mas ao mesmo tempo é calmo, doce, gentil, meigo, passivo. Isso traduz nele uma bipolaridade nítida. Sofre de anorexia,   síndrome do pânico, asma, transtorno bipolar tipo 1 e arritmia cardíaca. É frágil, sonhador, paranóico, se não fosse seu medo de pessoas, tentaria ser modelo fotográfico ao terminar os estudos no mundo bruxo, e faria seu grande sonho de representar personagens nos grandes teatros, mas isso para ele é impossível,  pelo menos no momento. Destemido, sarcástico, quieto. Tem problema para se comunicar, se aproximar das pessoas. É solitário. Seus batimentos aceleram em lugares movimentados. É como um passáro preso em uma gaiola, e a gaiola é a sua mente. Seus olhos são claros que nem o da mãe e como já dizem outros “Os olhos são o espelho da alma”  e isso é muito verdade. Se quiserem saber o que ele realmente está sentindo, basta olhar para as duas belas e profundas  orbes. Sua pele é extremamente pálida devido ao fato de ter vivido praticamente dentro do quarto durante a infância e ter se refugiado dentro de  uma floresta cheia de árvores enormes, impossibilitando a entrada de sol. Seus cabelos são escuros iguais os do pai, segundo os que os conheceram. Bem lisos e sempre o mantinha curto com uma parte cobrindo seus olhos. Seu corpo é pequeno, magro e muito frágil devido a anorexia. Seus lábios são naturalmente rosados e bem definidos. É uma mescla perfeita das feições da mãe e do pai, e alguns traços marcantes dos avós.  Seu corpo é repleto de tatuagens que, segundo o garoto, descrevem suas dores e cobrem suas cicatrizes causadas pelos mal tratos de sua tia.

TRAMA DO PERSONAGEM

Willian nasceu durante a fuga de seus pais, que viajaram de Londres para uma cidade pequena e isolada ao norte da França, chamada Amiens, o lugar ideal para guardar segredos e servir como esconderijo para qualquer um, principalmente para dois jovens bruxos procurando refúgio. Não que não pudessem se defender, ambos eram espertos e poderosos o suficiente para protegerem a si mesmos, mas agora temiam por seu herdeiro. Sua mãe, Satine Molière van Heidenstam, estava grávida de sete meses e meio quando deu a luz prematuramente devido a complicações causadas pela preocupação com o futuro filho. Durante o tempo em que ambos ficaram em recuperação no hospital - três meses e meio - devido a complicações clíninas, o pai cuidou da segurança, para que nenhum mal pudesse lhes acontecer, porém o inevitável aconteceu. Nichollas Matson Baldocchi nunca mais retornou ao hospital e nem foi visto por ninguém em lugar algum. No hospital, o estado da saúde de Satine não parecia bom, mesmo que a jovem parecesse lutar para ter uma melhora significativa e poder sair dali com seu pequeno recém nascido. Foi forte o suficiente para dar leite materno durante o tempo em que seu filho ficou internado por ter nascido prematuro, com falta de oxigenação e ter pego uma infecção. Willian nunca soube muito sobre essa época, sobre o começo de sua vida e seus últimos instantes com a amorosa mãe, que pelo que lhe contaram, ficou ainda mais fragilizada com a notícia de que o marido havia desaparecido, e não mais suportou, veio a óbito com o filho recém tirado da incubadora em seu colo. Alguns lhe disseram que Satine havia morrido com um sorriso nos lábios por poder ter o filho nos braços. Mais uma dentre tantas mentiras que o fizeram acreditar. Sua mãe era doce, gentil, sonhadora e, apesar de tudo, realizada. Realizada porque concretizou seu grande amor em um fruto que veio a se chamar Willian Molière Baldocchi. 

Mas Satine não havia falecido, na verdade estava em coma induzido, parte de um ardiloso plano que permitia que, com o pai desaparecido, Willian fosse criado por um tutor.

  Após o falecimento da mãe, as autoridades da escondida cidadezinha procuraram por algum parente vivo para ficar com a custódia do garoto. Logo uma mulher dizendo ser sua tia materna se apresentou para ser a tutora do recém nascido. Então Willian viajou de volta para Londres, onde seus pais moravam anteriormente à fuga. A suposta tia, uma viúva egocêntrica, morava em um minúsculo e imundo apartamento em uma parte isolada da cidade, onde só havia lixos e animais abandonados em volta, e foi nesse ambiente que o menino foi obrigado a crescer. A mulher era fria, ignorante e sempre rígida ao lidar com o garoto, o obrigando a ser cada vez mais contido e temeroso. Quando tinha três anos, o menino estava brincando na sala com as coisas  velhas da tia e sem querer puxou um fio que fez o rádio preferido dela cair no chão, transformando-se em muitos pedaços. A mulher então o puxou pelo braço e o levou para dentro do quarto, onde o maltratou, bateu e molestou, além de priva-lo de comida e brincadeiras e qualquer coisa que pudesse ser uma distração. Talvez seja por esses fatos que hoje o garoto sofre de anorexia e síndrome do pânico. Assim passou seus dias, preso em um quarto sem nada, e o pior, preso em sua própria cabeça, com seus pensamentos rancorosos e solitários. Willian viveu nessas condições até completar seus oito anos de idade, então veio o misterioso falecimento de sua monstruosa tia. O garotinho tentou encobrir a morte da velha por oito meses, mas todos já estavam desconfiando de que havia algo errado ali, então, num ato de desespero para não cair em um orfanato, ele foge. Entra numa floresta e se refugia ali por um bom tempo e as vezes em uma cabana que havia perto de uma enorme pedra depois daquela vegetação. Se adapta aquele lugar com um pouco de dificuldade no começo, se alimenta de frutos e água de uma fonte que havia perto dalí.  O garoto não sabia nada sobre o porquê que ele não era igual as outras crianças que ele via pela janela do quarto quando morava com a tia. A mesma, certa vez, quando ele ousou perguntar e mesmo tendo levado uma surra, a mulher revelou em gritos que seus pais foram assassinados e que mereciam isso.  Ele nunca mais tocou no assunto.

  O tempo passa rápido sem que ele percebesse. Durante um banho num rio no meio da floresta, ele ouviu passos e vozes de jovens se aproximando, mas antes que conseguisse fugir, - pois tinha medo até da própria sombra  - um menino que parecia ter a mesma idade o abordou. Willian sentiu seu coração acelerar, bater tão forte que parecia que ia sair do peito. Suas mãos gelaram e sua respiração ofegante ficava cada vez mais pesada, mas aos poucos, os meninos o acalmaram, disseram que também estavam sozinhos  e que podia mostrar coisas incríveis para ele. Ele a princípio relutou, mas depois concordou e passou a caminhar junto com eles. Entre os passeios que dava, Willian foi beijado por um dos meninos e acabou gostando e se assumindo homossexual. No fim, acabou com muitas tatuagens no corpo, piercings e sozinho novamente. Seu medo de pessoas o impedia de ir além daquela parte isolada da cidade,  então os meninos o abandonaram.

   Quando completou seus onze anos de idade, durante uma caminhada pela floresta em busca de uma fruta, apareceu do nada a figura de um homem a sua frente. Este era estranho, velho, robusto, e usava uma espécie de gorro pontiagudo esquisito e uma espécie de vestido... Que homem usaria isso? Tava tanto tempo sem o contato com pessoas, que pensou ser a nova moda. O velho o abordou e contou toda a verdade sobre os seus pais e sobre o que ele era. Willian sentou-se na terra, desnorteado e assustado com o que acabara de ouvir. O velho havia dito que sua mãe faleceu por complicações do parto e que seu pai foi sequestrado por um bruxo das trevas. Bruxo? Essa foi a parte que demorou muito para o garoto acreditar, mas, no fim, ele acreditou e concordou que algumas vezes coisas estranhas aconteciam: como quando tinha seis anos e durante o almoço, ele fez o suco flutuar da jarra, causando-lhe mais uma surra e castigo. O homem entregou um colar com um símbolo de uma cobra dourada e verde, disse que era um presente de sua mãe. Depois disso o levou para Hogwarts e lá ele se adaptou radicalmente, mesmo ainda tendo muito medo de lugares abertos e movimentados e, principalmente, de pessoas. Entrou para a casa Slytherin, onde depois de um tempo soube que era a mesma casa de seus pais e toda sua geração, e que o símbolo era o mesmo que o do seu colar que sua mãe deixou para ele.  Pela primeira vez em seus lábio brotou um sorriso de felicidade.

     A vida de Willian a partir desse momento passou a melhorar e ele sentiu coisas que nunca havia sentido antes, e conquistou amizades que nunca imaginaria ter.. Seu primeiro ano foi cheio de surpresas agradavéis. Uma delas foi a grande amizade com Dominique Weasley que, no final das aulas, o convidou para passar o natal em sua casa juntamente com a família da loira. Mesmo que no início eles não tenham se dado bem, o que não era pra menos já que ele era da Sonserina e ela da Grifinória, a rivalidade era inevitável, mas depois, após se conhecerem melhor, ambos se tornaram grandes amigos. No dia anterior ao início das férias de fim de ano, ambos foram juntos no trem que seguia rumo a Londres. Seria o primeiro natal com uma companhia boa que o menino iria viver, mas mal sabia ele que grandes surpresas ainda o esperavam. Sua vida era uma grande caixinha de surpresa. Na estação de trem, a família de Dominique estava a postos esperando pelos dois. A expressão deles ao vê-lo era de surpresa e medo, mas o garoto não conseguia entender o porquê, nunca havia feito mal a alguém, ainda. Ignorou isso, talvez tenha sido apenas uma expressão de pena por ele não ter família. Todos os receberam bem ali, conversaram, se abraçaram e então as duas crianças decidiram comprar um sorvete apostando uma corrida até a barraquinha. Lá, compraram e na volta, com mais uma corrida, Willian esbarrou em um homem. Era alto, robusto, cabelos negros iguais aos dele, olhos marcantes e feições definidas.. Eram muito parecidos, mas.. O que era mais estranho, era o colar que o homem carregava pendurado em seu pescoço. Era idêntico ao que a mãe de Willian o havia deixado. Seria o destino unindo os dois novamente? Ele ao tocar Willian, lembrou-se de grande parte de seu passado, da sua esposa no hospital e de seu filho se recuperando. Ele contou tudo o que aconteceu, disse que ele tinha muitas informações, as quais o Lorde das trevas precisava saber e, além disso, o Lorde queria seu filho, pois o mesmo herdara os poderes dos pais. Tiraram todas as suas memórias , deixando-o jogado com uma vida feito uma página em branco. No mundo trouxa, tornou-se policial e baseou sua vida em ajudar as pessoas. Na estação, Dominique entendeu a situação e disse que o melhor seria que o garoto passasse as férias ao lado do pai e assim ele o fez. Ambos decidiram fazer uma viagem ao local de nascimento do garoto, para ele conhecer o lugar que os serviu como refugio para os pais, e que ganhou um grande apreço pelos dois, tendo guardado grandes lembranças, boas e ruins.  Ao chegarem ao destino, os dois foram direto à antiga casa que Nichollas e Satine moraram por um tempo quando se refugiaram na cidade pequena da França, mas não estavam sozinhos na pequena casa. O lugar estava arrumado, perfumado, com tudo em ordem, nada normal pra uma casa que ficou quatorze anos vazia. Com certeza havia alguém morando ali. Nichollas, preocupado, esconde Willian dentro de um armário na cozinha e com sua varinha em mãos, vasculha a casa em busca do intruso e, a pessoa mais improvável, surge com sua presença calma e sorridente como era antes. Apesar de tudo, a mulher continuava linda e amorosa. Lágrimas saíram de seus olhos claros ao rever o filho já grande. A última vez que o viu ele era apenas um bebê de três meses e meio e agora já tinha seus quatorze anos. A morena contou-lhe tudo o que aconteceu, relatando que foi induzida ao coma para que seu filho ficasse a mercê de uma comensal, que se passava por uma tia. Os três curtiram as férias juntos na França e voltaram para Londres, onde Willian revesava a morada, ora com a mãe e ora com o pai.


DADOS EXTRAS

Familia: Lefevre Rosseau
Gostos: Doces amargos e silêncio pleno.
Desgostos: Não gosto das pessoas.
Patrono: Serpente gigante.
Bicho papão (maior medo): Solidão
Habilidades: Ofidioglossia
Sexualidade: Homossexual
Saúde: Síndrome do pânico, arrtmia cardíaca e transtorno bipolar de personalidade múltipla.
Extra: 


Thanks Winter!




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